Fanfic: Side by Side por Booh
Classificação: +16
Categorias: A Seleção
Gêneros: Ação, Amizade, Aventura, Comédia, Drama, Fantasia, Mistério, Suspense, Universo Alternativo, Romance
Sinopse:
Meu nome é America Singer. Filha de Shalom Singer, rei de Carolina. Nossa nação é extremamente poderosa e rica. Tenho muitos irmãos, mesmo que isso não seja comum em famílias da realeza. Ser princesa pode ate ser divertido. Meu trabalho é me comportar e ajudar minha mãe a manter o palácio em ordem enquanto meu pai mantém o país em ordem. Mesmo que eu viva me metendo em encrenca com minhas três amigas Lucy, Mary e Anna.
Elas são minhas damas de companhia e graças a elas, a vida no castelo pode ser divertida. Como não sou primogênita e muito menos homem, não tenho que me preocupar com coisas como preciso aprender a governar o país ou preciso ir para mais um dia entediante com os conselheiros do governo. Isso ficou Para meu irmão Kota. Kenna está para se casar com o príncipe da Europa. Ela diz que está feliz, mas detesto essa mania que os reis tem de casar suas filhas para selar acordos. May e Gerad são mais novos que eu, então, tem menos preocupação ainda.
Eu sou feliz em meu castelo, cercada da minha desajustada família e minhas amigas. Não mudaria isso por nada.
[...]
Meu nome é Maxon Schreave. Filho de Clarkson Schreave, rei de Illéa. Ser príncipe, não era tão ruim quanto muitos pensam. Mas minha forma de ver o mundo e minhas obrigações mudam, quando me vejo diante da realidade. Agora, tenho 20 anos, e preciso cumprir com as obrigações de um futuro rei. Aprender a governar um país poderoso não era tão fácil quanto sempre achei, ainda mais com um pai tão rígido e severo. Sempre fui sozinho, sem irmãos e amigos.
Sem contar que tem a Kriss, filha da dama de companhia de minha mãe. Ela vive no palácio desde que me lembro e não posso negar que sinto algo mais do que amizade. Ela não me deixa chegar muito perto, mas sinto que também gosta de mim. Estou de todas as formas tentando descobrir uma forma de me casar com uma plebeia, mas encarar meu pai é extremamente complicado ele está tentando me casar com alguma princesa ou membro de alguma família real.
Eu sou feliz dentro da minha linda jaula, com meus pais e Kriss ao meu lado. Acredito que mudanças são necessárias e estou aberto a todas elas.
Elas são minhas damas de companhia e graças a elas, a vida no castelo pode ser divertida. Como não sou primogênita e muito menos homem, não tenho que me preocupar com coisas como preciso aprender a governar o país ou preciso ir para mais um dia entediante com os conselheiros do governo. Isso ficou Para meu irmão Kota. Kenna está para se casar com o príncipe da Europa. Ela diz que está feliz, mas detesto essa mania que os reis tem de casar suas filhas para selar acordos. May e Gerad são mais novos que eu, então, tem menos preocupação ainda.
Eu sou feliz em meu castelo, cercada da minha desajustada família e minhas amigas. Não mudaria isso por nada.
[...]
Meu nome é Maxon Schreave. Filho de Clarkson Schreave, rei de Illéa. Ser príncipe, não era tão ruim quanto muitos pensam. Mas minha forma de ver o mundo e minhas obrigações mudam, quando me vejo diante da realidade. Agora, tenho 20 anos, e preciso cumprir com as obrigações de um futuro rei. Aprender a governar um país poderoso não era tão fácil quanto sempre achei, ainda mais com um pai tão rígido e severo. Sempre fui sozinho, sem irmãos e amigos.
Sem contar que tem a Kriss, filha da dama de companhia de minha mãe. Ela vive no palácio desde que me lembro e não posso negar que sinto algo mais do que amizade. Ela não me deixa chegar muito perto, mas sinto que também gosta de mim. Estou de todas as formas tentando descobrir uma forma de me casar com uma plebeia, mas encarar meu pai é extremamente complicado ele está tentando me casar com alguma princesa ou membro de alguma família real.
Eu sou feliz dentro da minha linda jaula, com meus pais e Kriss ao meu lado. Acredito que mudanças são necessárias e estou aberto a todas elas.
Capítulo 1
POV America
– Vamos logo Meri,
jogue essa bola! – Mary gritava do outro lado do campo.
– Estou mirando! –
gritei de volta.
A melhor parte do
dia era quando ficávamos no jardim. Anne, Mary, Lucy e Eu fazíamos tudo juntas.
Hoje jogávamos bola no jardim. Eu adorava ficar descalça na grama, para o
desespero de minha mãe. Depois de jogarmos ate não aguentar mais, fomos para
baixo de uma arvora, onde Anna tinha preparado um lanche. Sentamos ao redor da
cesta e de lá tiramos todos os tipos de doces e pães. Mesmo elas sendo minhas
amigas, não podiam faltar com suas obrigações, como me alimentar, vestir e
acompanhar a onde eu fosse.
– Acho que devemos
ir para dentro – Anne disse.
– Por quê? –
perguntei.
– Porque esta
escurecendo.
– Vamos comer,
depois vamos, pode ser?
Anne assentiu,
contrariada e voltamos a atenção para a comida.
– Meri, você pensa
no futuro? – Mary perguntou.
– Penso o que vou
fazer amanha. Ou comer. Principalmente comer – respondi.
– Me refiro a
casamento – ela disse rindo – Logo você irá ter que casar.
– Nem me lembre.
Amanha é o casamento da minha irmã. E eu não estou nem um pouco ansiosa. Ela
vai se casar com um estranho!
– Não é bem assim.
Ela já saiu com o príncipe James algumas vezes – Anne disse.
– Acompanhada de
milhões de guardas. Qual a graça?
– Você é princesa
America, vai casar cedo ou mais cedo ainda – Mary disse, ajeitando o vestido.
– Não quero casar.
Quero ficar aqui em Carolina. Imagina ter que mudar para um país desconhecido
para se casar com alguém que você não conheça.
– Mas você sempre
vai ter a gente – Lucy disse.
Olhei para cada uma
de minha criadas. Anne tem o rosto fino e cabelos loiros, anda sempre se queixo
erguido, mesmo tendo muitos problemas em sua vida. Lucy é tímida, mas muito
bonita. Tem cabelos pretos e encaracolados e olhos azuis. Mary tem um rosto
brincalhão e um sorriso contagiante. Cabelos castanhos e lisos e olhos da mesma
cor. Eu, ruiva de olhos verdes. Éramos totalmente diferentes, menos na cor da
pele. Todas somos incrivelmente brancas. Mas em personalidade, somos tão
diferentes que me pergunto como nos damos tão bem. Quem sabe não seja por isso.
Não dizem que os opostos de atraem?
– Senhoritas? – um
guarda disse após uma reverencia – Sua majestade, rainha Magda, a espera,
princesa America.
– Já estou indo – eu
disse educadamente – muito obrigada.
O guarda fez mais
uma reverencia e saiu. Levantamos e recolhemos as coisas. Encontramos minha mãe
no salão de visitas com minha irmã.
– America, minha
filha, você esta descalça? – ela perguntou assim que me viu.
– Oi mãe – eu disse,
entediada – Oi Kenna.
– Vou me casar
amanha irmãzinha! E logo será você!
– Oba – disse sem
nenhum entusiasmo.
– Filha, pare de
bobeira. Agora sente conosco.
Dei de ombros e me
dirigi ate onde elas estavam. Parei no meio do caminho quando vi que minhas
damas continuavam paradas na porta. Fiz sinal para ela entrarem e fomos juntas
para um dos sofás.
– America, leia isso
– minha mãe disse, me entregando um enorme livro.
– O que é isso?
– É uma catalogo.
Com todos os lideres políticos e famílias reais que você precisa saber.
Abri o livro
devagar. Eram mais ou menos três fotos por pagina, dizendo tudo sobre a pessoa
na foto.
– Eu preciso saber
disso por quê?
– Para você não nos
causar vergonha. Imagina, um rei vem falar contigo e você não sabe o nome dele!
– Daí eu faço alguma
piada ou comentário sarcástico. Sempre dá certo – eu disse fechando o livro.
Todos ali deram uma
risadinha, menos minha mãe. Que me olhou nervosa e voltou sua atenção para seu
chá.
– America, leve isso
a sério. Pelo menos uma vez. Logo logo será sua vez.
– Não vou me casar
mãe. Não com um completo estranho!
– Por isso estou
mandando você ler o livro. Deixe de ser cabeça dura!
– Se nos dão
licença, tenho que fazer a ultima prova do vestido, não é meninas?
– Sim – Mary disse,
prontamente.
Levantamos e saímos
apressadas.
POV Maxon
– Vamos filho,
estamos atrasados para o voo – minha mãe disse através da porta.
Eu estava pronto há
uns dez minutos, mas continuava imóvel em frente ao espelho, pensando. Onde
estaria Kriss? Eu queria muito me despedir dela antes de ir. Eu sou um desastre
dando nó em gravata. Fui ate a porta e abri. Minha mãe sorriu para mim e me
puxou para fora.
– Temos um dia
corrido hoje. Vamos pegar o avião e ir para Carolina. É o casamento da princesa
Kenna.
– Porque nós fomos
convidados?
– Porque somos
vizinhos! É diplomático. E você sabe o quanto seu pai quer se aliar a Carolina.
– Tenho certeza que
vou me divertir lá – disse, irônico.
– Carolina tem uma
princesa quase da sua idade. Vocês podem virar amigos, quem sabe?
– Quem sabe – disse
em voz baixa.
Percorremos todo o
caminho em silêncio. Quando chegamos ate a porta, minha mãe reclamou que
esqueceu a echarpe e voltou para o quarto, me deixando sozinho. Não demorou
muito para eu ver Kriss por ali. Sorri e fui ate ela. Kriss estava sempre
linda, mesmo com vestidos mais simples. Seus cabelos castanhos claros e
ondulados caiam em seus ombros, rebeldes como sempre. Seus olhos castanhos me
olhavam com certa tristeza.
– Vim dizer adeus –
ela disse, em voz baixa.
– Adeus? Eu volto em
no máximo uma semana! – eu disse, sorrindo.
Ela sorriu de volta
e baixou a cabeça. Dei mais um passo em sua direção, mas ela recuou.
– Maxon para – ela
disse, sem me olhar.
– Kriss, eu sei que
você gosta de mim. Eu também gosto de você. Porque você foge?
– Porque você é o
príncipe.
– Isso não quer
dizer nada para mim.
– Mas para mim isso
significa muito. É um amor impossível.
“Wow.. Amor?”
Pensei.
– Kriss, eu já disse
que estou pensando em uma forma de ficarmos juntos - eu disse, tentando me
aproximar novamente.
– Dai eu acredito em
você. E fico me prendendo a esse sentimento – ela disse, se afastando - Você
não consegue cumprir sua promessa. Dai no fim do dia eu fico chorando em meu
quarto enquanto você se casa com uma linda princesa.
– Isso não vai
acontecer! Kriss, eu gosto de você!
– Você pensa que
gosta – ela disse com os olhos cheios de água – como você vai ter certeza se
nunca conheceu mais ninguém?
– Kriss..
– Maxon – ela me
interrompeu, limpando as lagrimas – vá! Eu não quero mais isso para mim.
– Como assim?
– Eu estou terminando
com você.
– Esta terminando
comigo?
– Estou terminando o
que não começou!
– Kriss, isso é
ridículo. Melhor deixarmos essa conversa para quando eu voltar.
– Por favor, pare de
me procurar – ela disse antes de sair correndo.
Fiquei assistindo
Kriss ir embora, boquiaberto. Eu gostava muito dela. Mesmo que nunca tivéssemos
sequer nos beijado, eu não queria perde-la. Minha mãe chegou com meu pai e me
chamou. Balancei a cabeça para me livrar daquele pensamento e fui.
<> <>
– Esta pensando em
que meu filho – minha mãe me perguntou, tirando uma mecha do meu cabelo do meu
rosto.
– Nada mãe –
respondi, olhando pela janela do avião – Nada demais.
– Você está muito
quieto hoje.
– Acho que estou
normal. Só que nunca ficamos tanto tempo trancados em um lugar fechado.
– Pode ser. Mas se
anime filho. Você vai conhecer muita gente hoje. Quem sabe não encontre até um
interesse romântico?
– Duvido – disse em
voz baixa.
– Maxon? – meu pai
disse, voltando da sala do piloto.
– Sim senhor.
– Preciso repetir
aquele discurso sobre se comportar?
– Não senhor.
– Muito bem. Porque
você sabe o quanto eu quero uma aliança com Carolina.
– Sei – disse
desanimado.
– Estou esperançoso
com esse encontro com o rei Shalom.
– Ótimo.
Virei novamente para
a janela, olhando para Carolina enquanto meu pai falava com minha mãe. Já
tínhamos passado da fronteira de Illéa e estávamos sobrevoando o centro de
Carolina, prontos para pousar. Quando finalmente estávamos em terra firme,
agradeci mentalmente por todas as coisas a minha volta que tirariam minha
atenção do meu drama com a Kriss.
Peguei minha câmera
na bolsa e comecei a registrar meus primeiros passos em Carolina. Era de fato
um país lindo. Muito prospero e com pessoas carismáticas. O castelo era
incrivelmente bonito, com enormes jardins e a fachada toda de pedra com plantas
subindo pelas paredes. Dava um ar de paz e tranquilidade.
Mas só por fora,
porque por dentro, estava uma correria. Funcionários correndo para todos os
lados. Um deles veio até nós e nos levou ate nossos aposentos. Ficavam no
segundo andar e eu tinha um quarto só para mim. Eles colocaram minhas coisas
dentro do closet e saíram. Chegamos ao fim do dia, mal deu tempo de conhecer o
lugar. Apenas nos arrumamos para o casamento. Coloquei meu terno preto e minha
gravata roxa, arrumei meu cabelo para trás e sai, com minha câmera no bolso.
– Maxon – minha mãe
disse – Seu pai pediu para irmos até um lugar antes.
– Onde? – perguntei,
estendendo o braço para ela.
– Não sei. Esse
guarda irá nos levar.
O guarda fez um
reverencia e pediu para que o acompanhasse. Levou-nos ate um escritório, onde
meu pai conversava com o rei e rainha de Carolina. Os três sorriam, em uma
conversa casual, entre amigos. Estranhei, mas prossegui. Minha mãe soltou meu
braço e foi ate meu pai. Fiquei afastado, próximo à porta. O que será que eles
querem comigo?
Não demorou muito
para a porta se abrir novamente. Olhei para a figura que entrava e fiquei sem
fôlego. Uma ruiva, com olhar desafiador entrou, acompanhada de três moças, nas
quais não reparei muito bem.
Ela olhou para mim,
inexpressiva e depois voltou seus olhos para seus pais, sorrindo. Precisei controlar
minha vontade de pegar a câmera. Ela era incrivelmente bonita, mas não podia
sair tirando fotos dela.
POV America
– Meri, você esta
linda – Lucy disse.
– Amei essa cor
meninas – eu disse, alisando o vestido – roxo fica bem em mim.
– Todos os convidados
já chegaram, e seus pais estão esperando por nós – Anne disse, entrando no
quarto – Nossa America! Você está linda!
– Estou mesmo! – eu
disse, fazendo pose.
– Como você pode
dizer para sua mãe que não vai casar America? – Lucy perguntou
– É a verdade –
respondi, dando de ombros.
– Mas olhe quantos
príncipes bonitos – Mary disse – Escolha um e convença seu pai a te casar com
ele.
– Que romântico – eu
disse, irônica.
– Olha! Esse loiro.
Illéa não é aqui do lado? – Anne perguntou, debruçando sobre Mary para olhar.
– É. País vizinho.
– Meri. Esse é o
mais bonito de todos. E tem praticamente a sua idade – Lucy disse, também
debruçada sobre Mary.
– Podemos focar no
casamento da minha irmã? – perguntei.
As três riram e
voltaram a se arrumar. Quando acabamos, eu saí do quarto, me dirigindo ate as
escadas. Um guarda nos interceptou, dizendo que meus pais me esperavam no
escritório. Dei de ombros e fui, seguida por minhas damas.
Entrei no escritório
e dei de cara com um desconhecido. Loiro, alto, forte e bonito. Quando percebi
que o encarava, virei o rosto e sorri para meus pais. O que esta acontecendo
aqui? Quem são esses? Espera, eu já os vi antes. São de Illéa. Quais são mesmo
os nomes? Eu devia mesmo ter lido aquele catalogo que minha mãe me deu.
– Olá – disse o mais
encantadora possível, fazendo uma reverencia – estão gostando de nosso país?
– É muito bonito – a
mulher disse – muito prazer, eu sou Amberly
Amberly! Isso! Sorri
para ela, fazendo uma reverencia.
– Muito prazer. Você
parece muito mais jovem pessoalmente, tenho que lhe dizer.
– Muito obrigada -
ela disse, sorrindo – esse é meu marido, rei Clarkson.
– Claro! Rei
Clarkson! É um prazer! – eu disse, fazendo mais uma reverencia.
– O prazer é meu –
ele disse, menos caloroso.
– E esse é meu
filho, príncipe Maxon – Amberly concluiu, apontando para o loiro bonito, que
estava no canto com cara de bobo – Vocês tem praticamente a mesma idade.
Virei para olha-lo,
relutante. Fiz uma reverencia, sorrindo. Ele ficou imóvel mais alguns segundos
e depois fez uma reverencia. Controlei a vontade de rir e percebi que Mary,
Lucy e Anne faziam o mesmo.
– Posso saber o
motivo dessa reuniãozinha? – perguntei, sendo o mais simpática possível.
– Hoje, minha filha
– meu pai disse – é o casamento de sua irmã, a princesa Kenna.
– Eu recebi o
convite – eu disse casualmente, me esquecendo das nossas visitas.
Me arrependo logo
depois. Minha mãe me olhou como se dissesse que vai me colocar de castigo.
Anna, Mary e Lucy abaixaram a cabeça para segurar o riso mais alguém riu, olhei
discretamente para o lado e descobri que foi o príncipe Maxon que riu.
– Continuando – meu
pai disse – Muitos reis e lideres estão presentes. E muitas propostas foram
feitas.
– Propostas? –
perguntei.
– Sim. Você sabe,
comercio e acordos.
– Sim.
– Uma, em
particular, me agradou muito – ele disse, olhando para o rei Clarkson.
Olhei para meus
pais, depois para o rei de Illéa. Isso não esta acontecendo. Olhei para o
príncipe Maxon, que olhava para seus pais com o cenho franzido. Ele deve saber
tanto quanto eu.
– Não estou
entendendo pai. Você nunca falou de seus assuntos do país comigo. Porque esta
falando de tratados comerciais agora? Temos uma festa para ir.
– Na verdade filha –
minha mãe disse – esse não é um tratado comercial. É outra coisa.
– Podem ser
objetivos? Por favor? – eu disse.
– Eu contei a seu
pai sobre meu interesse em ter uma aliança entre Carolina e Illéa – Rei
Clarkson disse.
– E eu ofereci sua
mão ao príncipe de Illéa – Meu pai disse com a maior naturalidade no mundo.
– O QUE? – Príncipe
Maxon e eu gritamos ao mesmo tempo.
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